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Em 26/5/2003, convidei os membros da Comissão de Assuntos
Europeus e
Política Externa da Assembleia da Republica Portuguesa a
prenunciarem-se
sobre o tema da Língua Oficial Única para a UE -
Importância e Oportunidade..
Este espaço está reservado para a opinião dos representantes parlamentares do
povo português.
A opinião dos restantes visitantes guardo-as no
Livro de Honra (GuestBook).
Não se esqueça de deixar o seu testemunho no Livro de Honra, obrigado.
A voz dos Senhores Deputados:
Date: Fri,
20 Feb 2004 12:56:46 -0000
From:
"Edite Estrela" <estrela@ps.parlamento.pt>
To: "Jose Alvarenga"
<jose@alvarenga.net>
Caro Senhor,
A intenção de criar uma língua comum europeia pode ser boa, mas não é
exequível. Pense-se no que aconteceu com a proposta do polaco Zamenhof
de criação de uma língua convencional - o esperanto - que fosse
adoptada internacionalmente e acessível a todos os
falantes das diferentes
latitudes. Poder-se-á argumentar que os tempos mudaram desde 1887.
Mudaram e muito, é certo, mas não no sentido de facilitar a concretização
dessa
ideia de uma língua comum europeia. Posso
estar enganada, mas não me
parece.
Cumprimentos,
Edite Estrela
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Exmo. Senhor
José Alvarenga
(por correio electrónico)
Lisboa, 1 de Março de 2004
Exmo. Senhor,
Temos presente a mensagem que nos enviou no passado dia 15 de Fevereiro
por correio electrónico a
respeito da Língua Oficial para a União Europeia, que
agradecemos.
Informamos entretanto que no seio da UE deve haver tantas línguas oficiais
quanto as dos Estados-membros, assegurando a CE a
divulgação paritária dos
documentos nas línguas oficias e os serviços de
interpretação necessários para
que em qualquer cidade de um qualquer Estado-membro
se “faça entender e
compreender” nos debates em que participe.
Com os melhores cumprimentos,
Augusto Flor
(Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP)
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