|
Se todos reconhecemos valor na capacidade de dominar uma
segunda língua, se
são vários os casos de países com duas línguas oficiais então qual é a
dificuldade
em se aceitar que os países membros da EU adoptem uma segunda língua oficial
que dê corpo a uma integração europeia efectiva.
A elite política só pode concordar com esta perspectiva. Ela já é bilingue.
Porque
é que os seus eleitores não podem ser bilingues?!
Alguém poderá ver na obrigatoriedade do dominio de uma segunda língua uma
maçada e uma imposição despropositada. Esse alguém não será certamente
apologista da escolaridade obrigatória e de uma europa sem fronteiras.
A tarefa de instituir uma segunda língua oficial não é fácil mas também não é
utópica. Sairá caro e será um processo demorado mas os beneficios são
evidentes
e compensarão largamente o esforço.
|